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» A VISITAR...


São inúmeros, em Amarante, os motivos que podem despertar o seu interesse e merecer uma visita: do património ambiental ao construído, de sítios associados à identidade e cultura locais.


TEMAS CULTURAIS

Festas em honra do Santo padroeiro local, São Gonçalo de Amarante

Esta é uma festa emblemática que tem lugar no primeiro fim de semana de Junho. São Gonçalo, santo português do século XIII, foi consagrado pelo povo como santo casamenteiro e o seu culto está associado à fertilidade. Em Amarante permanece o costume das mulheres solteiras abraçarem o santo e pedirem-lhe marido. Realiza-se simultaneamente uma feira Anual, um festival de folclore, concurso de bombos, tourada, concurso pecuário, arraial e fogo de artifício.

As Igrejas

São da Idade Média as construções mais significativas edificadas em zonas rurais: as igrejas românicas de Gondar, Lufrei, Freixo de Baixo, do Mosteiro de Travanca, de Jazente, de Gatão..., constituindo o que de melhor aquele estilo arquitectónico legou à Península Ibérica.
Na cidade pode dizer-se que o edifício que sobressai é o Mosteiro de S. Gonçalo, cuja Igreja é visita indispensável para qualquer peregrino ou turista. Mas, a verdade é que o Centro Histórico reúne um conjunto notável de edifícios e monumentos, de que se destacam as Igrejas de S. Pedro e S. Domingos.

Os Museus

» O Museu Amadeo de Souza-Cardoso, instalado no Convento Dominicano de S.Gonçalo, foi fundado em 1947, por Albano Sardoeira, visando reunir materiais respeitantes à história local e lembrar artistas e escritores nascidos em Amarante: António Carneiro, Amadeo de Souza-Cardoso, Acácio Lino, Manuel Monterroso, Paulino António Cabral, Teixeira de Pascoaes, Augusto Casimiro, Alfredo Brochado, Ilídio Sardoeira, Agustina Bessa Luís, Alexandre Pinheiro Torres…

Pretendendo manter a lembrança do seu núcleo inicial e das suas colecções, com maior ênfase para a Arqueologia, a sua principal vocação é, porém, a Arte Portuguesa Moderna e Contemporânea, nomeadamente a pintura e a escultura.

Para além da exposição permanente e visando até suprir algumas das lacunas, o Museu organiza – com o objectivo de divulgar a Arte dos séculos XIX e XX – exposições temporárias, temáticas, ou monográficas, que se servem do seu acervo e das colecções oficiais ou mostram obras de artistas em actividade. Para tanto o Museu dispõe dos espaços da sala polivalente/mini-galeria para pequenas exposições (de desenho, fotografia, vídeo, design…) e da sala de exposições temporárias para mostras de maior dimensão.

De dois em dois anos o Museu organiza o Prémio Amadeo de Souza-Cardoso, abrangendo as várias expressões artísticas, com duas distinções em separado: uma incluída no concurso e outra de consagração.

» O Museu de Arte Sacra é pertença da paróquia de S. Gonçalo e está instalado na Igreja de S. Domingos. É constituído por cinco salas temáticas:
Sala de Paramentária e Alfaias Litúrgicas; Sala de Artes Decorativas; Sala de Pintura-Pinoteca; Sala de Imaginária dos séculos XVI-XVII e Sala de Imaginária do século XIX.


TEMAS DE LAZER


 As Rotas de Montanha

» A “Rota do Marancinho”, no concelho de Amarante, deve a sua designação ao facto de uma boa parte do percurso se desenrolar junto à ribeira com o mesmo nome, por um lado, e, por outro, porque o topónimo “Marancinho” (Marãozinho) faz lembrar o Marão, uma das grandes referências do património natural desta região. Com início e termo junto à igreja românica de Gondar e desenvolvendo-se em território das freguesias de Gondar, Lufrei e Vila Chã, este percurso, de mais de seis quilómetros, faz-se, em grande parte, por caminhos e veredas ancestrais, incluindo um belo troço da antiga via romana que, por Amarante, ligava Tongobriga (perto de Marco de Canavezes) ao santuário rupestre de Panóias (a escassos quilómetros da cidade de Vila Real).
Alternando entre o vale e a montanha, decorrendo ora por entre culturas e pastagens, ora por entre matagais e pequenos bosques de pinheiros, sobreiros e castanheiros, o itinerário integra, não apenas uma fauna e flora rica e variada, mas também vários exemplares do património histórico-cultural da região, alguns deles classificados, destacando-se a igreja românica de Gondar e os vestígios da milenar via romana. A Rota do Marancinho, sublinhe-se, constitui um percurso registado e homologado pela Federação de Campismo e Montanhismo.

» A Rota de São Bento, com início na praia fluvial de Rua, Aboadela, desenvolve-se, em circuito, ao longo de 12 km, nas freguesias de Aboadela, Sanche, Olo, Vila Chã e Gondar.
Após a passagem pela freguesia de Sanche, chegamos ao lugar de Cruzeiro, Gondar. O percurso passa por um antigo troço da via romana, junto à ribeira de Marancinho, onde se pode ainda observar um pontão romano sobre a ribeira e umas dezenas de metros da via, amparada, devido à inclinação do terreno, por um robusto muro de suporte. A via seguia por Sanche, transpondo o rio Ovelha no lugar de Rua, para depois atravessar o Marão pela Lameira e continuar em direcção a Panóias.
Seguidamente, um caminho íngreme, leva-nos ao topo da montanha, a 550 metros de altitude, no lugar dos Picotos. Mais informação aqui.

» O Itinerário da Lameira
Os percursos da Lameira convidam a um atento e cuidadoso passeio pela montanha, pois o rasto, quase imperceptível, de algumas espécies pode surgir-nos a qualquer momento.
Entre clareiras verdejantes e matos fechados, o ribeiro de Leijido desenha cenários naturais de excelência para o javali, cuja presença se detecta pelas inúmeras fussadas que faz na camada superficial do solo, em busca de tubérculos, raízes e insectos para se alimentar. Mais informação aqui.

Parque Aquático de Amarante

Único, localizado no norte do país com vista privilegiada sobre o Rio Tâmega, dispõe de uma lotação máxima instantânea de 1200 pessoas, diversas actividades e serviços bem referenciados de forma que possam permitir ao cliente uma excelente estada. Mais informações aqui.

 

 
 
 
   
 
 
 
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